Um caso estranho chamou atenção dos moradores do município de Riachão,
no Agreste paraibano. O fato inusitado ocorreu nesta quinta-feira (14).
Gato com duas cabeças ( foto: Diário do Riachão)
Segundo informações do jornal Diário do Riachão, um gato nasceu no
bairro Quixaba com duas cabeças e três olhos. O caso chamou atenção da
população.
Animal com três olhos ( foto: Diário do Riachão)
O animal, que nasceu ontem (13), morreu horas depois.
Hyldo Pereira
Homicida tenta dar pitú em PC, mas acaba preso
A Polícia Civil conseguiu prender o acusado de assassinar um adolescente
em 2011 no bairro Monte Castelo e três mulheres em 2009, no bairro da Glória,
em Campina Grande, à queima roupa. Ele tentou enganar os policiais utilizando
nomes falsos.
O acusado
O auxiliar de serviços gerais, Eduardo Moura da Silva, 21 anos,
conhecido por Duda, foi preso no último dia 1º por roubo e porte ilegal de
arma, no bairro da Liberdade, mas utilizou uma documentação falsa se
apresentando como seu irmão mais novo, no caso José Ednaldo da Silva Júnior,
para evitar que os policiais descobrissem seus antecedentes criminais incluindo
o mandado de prisão preventiva existente em seu nome.
O acusado no dia 22 de Junho de 2011 assassinou Alison Fernandes Alves,
17 anos, no bairro Monte Castelo enquanto ele estava deitado no chão e ainda
tentou matar um outro de 17 anos, mas não conseguiu.
No dia 07 de novembro de 2009, Maria José da Silva, de 37 anos, sua
filha Tiara Maria da Silva, de 16 anos e a nora Isley Waleska da Silva Alves,
de 15 anos, foram assassinadas brutalmente com tiros de pistolas e revólveres.
O julgamento deste crime ocorrerá ainda este mês no 2º Tribunal do Júri de
Campina Grande.
Policiais da 2ª Delegacia Regional De Policia Civil (DRPC) da Homicídios
conseguiram descobrir a estratégia do acusado, através de investigações. Esta é
a vigésima segunda prisão da Delegacia de Homicídios no ano, que agradece a
colaboração da população de Campina Grande no combate aos Crimes contra a VIDA.
Priscila Andrade
BEBIDA NÃO!!
Lei da Copa não vai permitir venda de bebidas nos
estádios
Brasília - A liberação da venda e o consumo de
bebidas alcoólicas nos estádios de futebol durante a Copa do Mundo e a Copa das
Confederações não serão mais permitidos. A decisão foi tomada hoje na reunião
dos líderes da base governista com o líder do governo na Câmara, deputado
Arlindo Chinaglia (PT-SP), e com o relator da Lei da Copa, deputado Vicente
Cândido (PT-SP).
Agora, caberá ao relator retirar do texto da Lei
Geral da Copa, em análise na Câmara dos Deputados, o artigo que libera a venda
e consumo de bebidas nos estádios durante os eventos esportivos. Cândido disse
que diante da decisão vai retirar o artigo do seu substitutivo a ser votado no
plenário da Câmara, na próxima semana.
Líderes da base governista se reuniram
com o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e com o
relator da Lei da Copa, deputado Vicente Cândido (PT-SP)
“Estamos entendendo que o governo não tem
compromisso com esse artigo, não tem compromisso com a [Federação Internacional
de Futebol] Fifa em relação à venda de bebidas nos estádios. Cabe a nós retirar
do texto o dispositivo. Eu acho que fui induzido ao erro nesse item. Nesse
caso, como é posição do governo e já havia várias rejeições, a base está
achando melhor não encaminhar isso a voto”, disse Vicente Cândido.
O relator declarou ainda que na sua avaliação houve
mudança de posição do governo, pois a orientação que vinha recebendo durante a
elaboração do seu parecer era no sentido de liberar a venda de bebidas
alcoólicas durante os dois eventos esportivos. “Estamos entendendo que houve
mudança de posição do governo, a orientação anterior foi com a concordância do
governo”.
Ao explicar a mudança de posição em relação à venda
de bebidas nos estádios, o líder Arlindo Chinaglia disse que as lideranças
entendiam que havia um acordo entre o Brasil e a Fifa para a liberação da venda
de bebidas. “Havia dúvidas por parte de muitos líderes se o Brasil havia
assumido um compromisso, ao trazer a Copa para o nosso país, que
automaticamente haveria a autorização de venda de bebidas alcoólicas no
estádios, até porque tem uma lei que proíbe. Hoje, ficou claro que o governo não
assumiu esse compromisso”.
Chinaglia declarou ainda que a partir da
constatação de que não havia o compromisso de liberação da venda de bebidas,
fez um levantamento entre os líderes da base governista, e que praticamente,
por unanimidade, eles se posicionaram contra a liberação da venda de bebidas.
“A partir desta situação, no mérito todos os partidos se posicionaram contra a
liberação da venda e consumo de bebidas alcoólicas”.
Senadores do PR rompem com Dilma e vão para a
oposição
Os senadores do PR decidiram nesta
quarta-feira encerrar as negociações com o Planalto para indicar o ministro dos
Transportes e, imediatamente, romperam com o governo passando a ser oposição.
O PR tem 7 dos 81 senadores e, desde
que a presidente Dilma Rousseff assumiu, no ano passado, votou alinhado com o
Planalto.
A crise entre o partido e Dilma começou
com a queda de Alfredo Nascimento no Ministério dos Transportes, em julho
passado. A presidente decidiu manter o secretário-executivo, Paulo Passos, na
titularidade da pasta e delegou à ministra Ideli Salvatti (Relações
Institucionais) a negociação com o PR sobre a indicação de um novo nome do
partido.
Durante este período de negociações, o
líder do PR, senador Blairo Maggi (MT), reuniu-se dezenas de vezes nos últimos
meses com Dilma e Ideli para tentar buscar entendimento. Chegou a ser convidado
para o cargo, mas não aceitou.
"Fui lá [Palácio do Planalto]
hoje. Não tinha definição. Eu não quero mais negociar porque o negócio não
desenvolve. Então. resolvemos que estamos fora da discussão [senadores do PR] e
isso significa que estamos na oposição", disse Blairo no fim da tarde
desta quarta-feira.
Segundo Blairo, se Dilma entregar a
pasta a um nome apoiado pelo partido, os senadores voltam à base aliada.
"Quando o governo entender que o
PR é importante para a governabilidade, que nos procure."
CÂMARA
O líder do PR na Câmara, Lincoln
Portela (MG), disse que a bancada de 43 deputados se manterá independente e não
seguirá a decisão dos senadores do partido de migrarem para a oposição.
Portela disse que caberá à presidente
Dilma Rousseff decidir se tirará do partido cargos no governo. Apesar de o PR
dizer que Paulo Passos não representa o partido no comando do Ministério dos
Transportes, ele foi indicado pelo PR como secretário-executivo de Alfredo
Nascimento.
"Nossas questões com o governo não
passam pelos cargos, mas pela necessidade de diálogo", disse Portela.
BASE
ALIADA
A saída do PR, primeiro do governo e,
agora, da linha independente que vinha seguindo desde a queda de Nascimento,
piora a situação de Dilma no Congresso. A presidente enfrenta descontentamentos
generalizados nas bancadas aliadas.
O rompimento do PR com Dilma acontece
um dia após o governo oficializar a troca dos líderes da Câmara e do Senado.
Arlindo Chinaglia (PT-SP) assumiu a liderança na Câmara no lugar de Cândido
Vaccarezza (PT-SP) e, no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) entrou no lugar de
Romero Jucá (PMDB-RR).
As trocas ocorreram após uma rebelião
na base aliada no Senado, na semana passada, quando os senadores rejeitaram o
nome de Bernardo Figueiredo para diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de
Transportes Terrestres), indicação pessoal de Dilma.
Oficialmente, o Planalto argumenta que
a mudança dos líderes foram motivadas por um sistema de rodízio que a
presidente quer implementar.
Colaborou GABRIELA
GUERREIRO





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