Delegado de Alhandra, Fred Magalhães, assume o caso provisoriamente.
Evolução de investigações depende de Pernambuco, diz delegado.
Evolução de investigações depende de Pernambuco, diz delegado.
As investigações abertas na Paraíba para apurar a
suposta ação dos canibais no município do Conde, no Litoral Sul do estado,
estão, a partir desta semana, sob a responsabilidade de um novo delegado porque
o delegado que cuidava do caso, Elias Rodrigues, pediu afastamento de suas
funções. A polícia está investigando se o trio suspeito de cometer canibalismo
em Pernambuco também fez vítimas na Paraíba.
De acordo com informações do delegado à frente do caso, Fred Magalhães, a evolução da apuração dos fatos na Paraíba está dependendo do envio dos relatórios por parte da Polícia Civil de Pernambuco, que continua ouvindo os três suspeitos e testemunhas. "Aguardamos o término das oitivas realizadas pelo delegado à frente do caso em Garanhuns para que possamos avaliar qual encaminhamento daremos ao nosso trabalho no Conde. Por isso podemos dizer que as investigações ainda estão em aberto", comentou Fred Magalhães.
De acordo com informações do delegado à frente do caso, Fred Magalhães, a evolução da apuração dos fatos na Paraíba está dependendo do envio dos relatórios por parte da Polícia Civil de Pernambuco, que continua ouvindo os três suspeitos e testemunhas. "Aguardamos o término das oitivas realizadas pelo delegado à frente do caso em Garanhuns para que possamos avaliar qual encaminhamento daremos ao nosso trabalho no Conde. Por isso podemos dizer que as investigações ainda estão em aberto", comentou Fred Magalhães.
A Polícia Civil paraibana ouviu até o momento mais
de dez pessoas que tiveram contato com o trio pernambucano suspeito de
canibalismo quando passaram pela cidade do Conde, bem como já teria
identificado as residências pelas quais o trio morou.
A existência de uma vítima paraibana do trio ainda não foi confirmada, segundo o delegado. Ainda conforme o delegado que estava anteriormente à frente do caso, Elias Rodrigues, o trio morou no Conde por um período de cinco a oito meses, entre 2008 e 2009. O inquérito que continua em aberto para investigar a atuação do grupo de canibais foi iniciado no dia 19 de abril pela polícia do Conde.
A existência de uma vítima paraibana do trio ainda não foi confirmada, segundo o delegado. Ainda conforme o delegado que estava anteriormente à frente do caso, Elias Rodrigues, o trio morou no Conde por um período de cinco a oito meses, entre 2008 e 2009. O inquérito que continua em aberto para investigar a atuação do grupo de canibais foi iniciado no dia 19 de abril pela polícia do Conde.
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