quinta-feira, 14 de junho de 2012

Homem mata garoto de 4 anos por acreditar que ele era ga



Peter Moses, líder de um grupo de poligamia em Nova York, foi considerado culpado pela morte de um menino de quatro anos, que Moses acreditava ser gay. A corte condenou Moses pelo assassinato de Jadon Higganbothan e de uma ex-namorada de Moses, morta em 2010.
Graças a um acordo judicial, Moses não foi condenado à pena de morte, legal nos Estados Unidos.
Moses morava com cinco mulheres, todas consideradas esposas pelo americano. Em seu depoimento, Moses revelou que fazia um rodízio entre as mulheres, que se revesavam para dormir com ele, que era pai de todas as crianças que moravam na casa, exceto de Jadon, cuja mãe era a líder do local.
Com a desconfiança de que o pai do menino também era gay, Moses decidiu que ia "se livrar" de Jadon quando viu a criança brincar com outro menino.
Moses levou então Jadon até a garagem, onde o matou com um tiro na cabeça com a arma de sua mãe, enquanto uma música alta tocava no ambiente.
Segundo o jornal americano Daily News, Moses era chamado de "mestre" pelos membros de sua seita, que o ajudaram a carregar o cadáver de Jadon e colocá-lo em uma mala.
Ex-namorada
Yvonne McKoy morreu em 2010, quando contou à Moses que não poderia ter filhos e que gostaria de deixar a seita, que, segundo o Daily News, acreditava que os negros iriam "reinar o mundo depois de uma disputa racial".
Yvonne foi perseguida pelas outras mulheres de Moses, que a espancaram e quase a estrangularam com um fio.
Uma testemunha disse às autoridades de, na época, a mãe de Jason insistiu que Yvonne fosse morta.
Moses levou a então namorada ao banheiro, colocou a mesma música que tocava quando matou Jadon e atirou em Yvonne.
Antes de se livrar do corpo, Moses o mostrou em uma das festas da seita.
Os crimes de Moses foram descobertos quando uma das mulheres conseguiu fugir da casa e contou à polícia que duas pessoas haviam sido mortas no local. Os corpos foram encontrados por um encanador, que trabalhava no quintal da casa onde a mãe de Moses havia morado.
Investigadores afirmaram que Moses será condenado a duas prisões perpétuas sem a possibilidade de liberdade condicional.

R7.com

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